jueves, 15 de enero de 2015
EL COMERCIO VENEZUELA BRASIL CIERRA EL AÑO DE 2014 EN 5.8 MILLARDOS DE DOLARES
Las importaciones venezolanas provenientes de Brasil fueron de 4 632 millones de dolares y las exportaciones de 1.174 millones de dolares.Los alimentos representan 60% de las importaciones y de las exportaciones mas de 85% son derivados del petroleo.
viernes, 9 de enero de 2015
EL COMERCIO DE BRASIL CIERRA 2014 EN 454,1 MIL MILLONES DE DOLARES CON UNA QUEDA DE 5,7% EN RELACION 2013
Brasília (5 de janeiro) – Em 2014, o número de exportadores brasileiros cresceu pelo segundo ano consecutivo. De janeiro a dezembro do ano passado, 19.250 empresas brasileiras realizaram vendas ao exterior. Foram 441 a mais que em 2013 (18.809), um crescimento de 2,3%. O valor total exportado pelo Brasil em 2014 chegou a US$ 225,101 bilhões (média diária de US$ 889,7 milhões). Pela média, houve redução de 7% sobre as exportações de 2013 que totalizaram US$ 242,034 bilhões (média de US$ 956,7 milhões). As importações, no período, foram de US$ 229,031 bilhões (média de US$ 905,3 milhões), o que representa uma queda de 4,4% em relação à média diária do mesmo período anterior, quando as compras externas foram de US$ 239,650 bilhões (média de US$ 947,2 milhões).
La corriente de comércio, suma de importaçiones e exportaçiones, fue de US$ 454,132millardos en 2014 (média de US$ 1,795 bilhão), com diminuição de 5,7% em relação à média de 2013 (US$ 1,903 bilhão). O saldo comercial em 2014 ficou negativo em US$ 3,93 bilhões. Na entrevista coletiva para comentar os dados de 2014, o secretário de Comércio Exterior Daniel Godinho explicou que o déficit da balança comercial representa 1,7% do total exportado no período. Godinho atribuiu o resultado negativo a três fatores principais: à queda no preço das commodities, ao cenário internacional desfavorável - com destaque para a recessão econômica argentina - e ao déficit na conta petróleo.
Com a queda no preço das commodities em 2014, as exportações brasileiras deixaram de arrecadar US$ 12,9 bilhões a preços de 2013. “Chamo atenção que, apenas em relação ao minério de ferro, houve uma perda de US$ 8 bilhões em função da queda de preço”, disse. Em 2014, a queda do preço médio do minério de ferro foi de 47%, atingindo o menor nível desde 2009. As causas, segundo Godinho, foram o aumento da produção mundial e da demanda menos aquecida globalmente, principalmente da China. “Apesar do aumento de 15 milhões de toneladas na quantidade exportada, a queda de preço fez com que tivéssemos uma receita 20% inferior em relação à exportação deste produto”, detalhou.
Sobre o cenário internacional, o secretário analisou que dos 15 principais mercados de destino das exportações brasileiras, dez registraram quedas nas suas importações totais do mundo. “Nos mercados em que houve crescimento, ele foi moderado e nos mercados em que houve queda, esta foi mais acentuada”, disse. O secretário ainda avaliou a retração das exportações para a Argentina. “Num cenário de redução de atividade econômica e consequente queda de renda, os produtos que mais têm seu consumo diminuído são justamente os manufaturados, que são os produtos da pauta de exportações brasileiras para a Argentina”, comentou.
Em relação à conta petróleo, o déficit que era de US$ 5 bilhões, em 2012, passou para 20 bilhões em 2013, com produção e exportação menores e maiores importações. Em 2014, houve redução do déficit. “Conforme esperado, tivemos aumento de produção de petróleo no ano passado, e com isso aumentaram as exportações brasileiras em 13,9%. Houve redução nas importações de 1,5%, mas o impacto na balança comercial ainda é expressivo com déficit de US$ 16,6 bilhões” disse.
Um dos destaques positivos do ano foram os Estados Unidos que tornaram-se o principal destino dos produtos manufaturados brasileiros (US$ 13,7 bilhões) superando a Argentina (US$ 12,8 bilhões). “Temos uma gradual retomada do dinamismo econômico norte-americano com expansão de 3,4% de suas importações do mundo, mas o Brasil conseguiu avançar mais nas suas exportações para aquele mercado, registrando um crescimento de 9,8% em suas vendas para os EUA”, afirmou o secretário.
Godinho também destacou que, dos dez principais produtos da pauta brasileira, sete tiveram recordes de exportações. Entre os destaques em 2014, estão a soja mesmo triturada, com US$ 23,2 bilhões (crescimento de 2% em relação a 2013), farelos e resíduos da extração do óleo de soja (US$ 7 bilhões; crescimento de 3,1%), carne bovina congelada, fresca ou refrigerada (US$ 5,7 bilhões; crescimento de 8,1%) e celulose (US$ 5,2 bilhões; crescimento de 2,2%).
Cenários para 2015
O secretário de Comércio Exterior do MDIC afirmou que o resultado da balança comercial em 2015 será soma de vários fatores. Entre os aspectos positivos é esperada uma redução maior do déficit na conta petróleo em função do efeito combinado do aumento da produção brasileira e queda dos preços internacionais. Além disso, o crescimento econômico dos EUA (previsto para 3,1% contra 2,2 % em 2014) deve influenciar as exportações brasileiras de manufaturados e a taxa de câmbio deve ser mais favorável às exportações.
Godinho também projetou que a safra brasileira de grãos deve ser recorde e romper a barreira das 200 milhões de toneladas. Também haverá aumento da produção de minério de ferro. Os desafios, segundo o secretário, continuarão sendo o preço reduzido das commodities, o cenário internacional desaquecido e o menor crescimento da economia chinesa. “O MDIC e sua nova equipe se empenharão bastante para alcançar, via aumento das exportações, um resultado positivo para 2015”, disse o secretário ao informar que permanecerá no cargo nesta administração.
lunes, 5 de enero de 2015
DIA DE POSE DE DILMA ,1 DE ENERO DE 2015 CAMBIOS DE MINISTROS- NUEVO TREN MINISTERIAL
DILMA FUE ENFÁTICA CUANDO DIJO EN EL DIA DE LA POSE QUE SU GOBIERNO SERA UN GOBIERNO PARA LA EDUCACIÓN E PARA ESO NOMBRO A CID GOMES PARA EL MINISTERIO DE EDUCACION . OTROS MINISTROS FUERON DESIGNADOS PARA LA ECONOMÍA ; HACIENDA,JOAQUIM LEVY, MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, NELSON BARBOSA, PARA EL MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO Y COMERCIO AL SENADOR ARMANDO MONTEIRO. PARA PRESIDENTE BANCO CENTRAL ALEXANDRE TOMBINI.
ADEMAS CAMBIO TAMBIEN LOS MINISTROS DE DEFENSA PARA JAQUES VAGNER Y EDUARDO BRAGA PARA MINISTERIO DE MINAS E ENERGIA ,KATIA ABREU PARA AGRICULTURA Y MRE A EMB. MAURO LUIZ VIEIRA ( EX EMBAJADOR EN WASHINGTON). ADEMAS FUERON CAMBIADOS OTROS MINISTROS E QUEDARON 13 DEL PRIMER PERIODO DE LA PRESIDENTA.
ADEMAS CAMBIO TAMBIEN LOS MINISTROS DE DEFENSA PARA JAQUES VAGNER Y EDUARDO BRAGA PARA MINISTERIO DE MINAS E ENERGIA ,KATIA ABREU PARA AGRICULTURA Y MRE A EMB. MAURO LUIZ VIEIRA ( EX EMBAJADOR EN WASHINGTON). ADEMAS FUERON CAMBIADOS OTROS MINISTROS E QUEDARON 13 DEL PRIMER PERIODO DE LA PRESIDENTA.
lunes, 22 de diciembre de 2014
miércoles, 17 de diciembre de 2014
CUMBRE DEL MERCOSUR NO PARANA, ARGENTINA 17 Y 18 DE DICIEMBRE E PASAJE DE LA PRESIDENCIA A BRASIL
Mercosur busca hoy la integracion política y social
Analistas económicos dijeron que la cumbre no encuentra a la unión aduanera en su momento más sólido
NACIONAL Y POLÍTICA. Los presidentes de los países del Mercosur se reúnen hoy miércoles en Paraná, Argentina, en una cumbre en la que esperan avanzar en la integración social y política del bloque y en el comercio con mercados asiáticos, sin que se sepa aún si prosperará un repudio a las sanciones del Congreso de Estados Unidos contra Venezuela.
martes, 9 de diciembre de 2014
PROXIMA REUNION DEL MERCOSUR 17 y 18 DE DICIEMBRE DE 2014 EN PARANA , ARGENTINA
- El encuentro de jefes de Estado que se desarrollará el 17 y 18 de diciembre en la capital entrerriana será el número 47 en la historia del bloque; El Mercado Común del Sur se constituyó con la firma del Tratado de Asunción, firmado por Argentina, Paraguay, Brasil y Uruguay en 1991
Paraná será la sede de la próxima Cumbre de Presidentes del Mercosur, un encuentro que reunirá a los jefes de Estado de los países que componen el bloque y también a otros mandatarios de la región que están invitados al acontecimiento. Las actividades enmarcadas en el evento se extenderán entre el 14 y el 18 de diciembre, pero en las dos últimas de esas cinco jornadas se desarrollará la reunión de los presidentes. La magnitud del acontecimiento motivó el despliegue de una intensa organización, desde la disposición con exclusividad de los principales alojamientos de la ciudad, el diagrama de un amplio dispositivo de seguridad y el acondicionamiento de los lugares destinados a las reuniones de mandatarios y diplomáticos.
Además de la cumbre de los jefes de Estado, se prevén actividades con gobernadores, ministros y secretarios de estado de diversos países.
Del encuentro de jefes y jefas de Estado del Mercosur participarán la Presidenta argentina, que a su vez es la actual titular del Mercosur, Cristina Fernández de Kirchner; y los presidentes de Venezuela, Nicolás Maduro; de Uruguay, José Pepe Mujica; de Bolivia, Evo Morales; de Brasil, Dilma Rousseff; y de Paraguay, Horacio Cartes. A ellos se sumarán los jefes de Estado electos de Brasil; Uruguay y Bolivia, y aquellos que serán invitados en su calidad de presidentes latinoamericanos.
Serán numerosas las delegaciones de varios países que van a estar en la provincia y se estima que alrededor de 400 periodistas nacionales e internacionales se acreditarán para cubrir las distintas instancias de la Cumbre y mostrarlas al mundo.
El Centro Cultural y de Convenciones La Vieja Usina y la Escuela Del Centenario serán los lugares centrales de las reuniones de las que participarán los mandatarios. Por tal motivo, ambos espacios se encuentran en proceso de acondicionamiento con diversos trabajos de refacción.
Origen. La Cumbre de Presidentes del Mercosur que se realizará el mes próximo en Paraná será la número 47 en la historia del bloque.
El Mercado Común del Sur (Mercosul en portugués, Ñemby Ñemuha en guaraní) se constituyó de manera formal con la firma del Tratado de Asunción, suscripto por Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay.
El tratado de creación del Mercosur, fue firmado en Asunción el 26 de marzo de 1991 y su piedra basal remite al 30 de noviembre de 1985 cuando los presidentes de Argentina y Brasil, Raúl Alfonsín y José Sarney, suscribieron la Declaración de Foz de Iguazú.
Los que firmaron el Tratado de Asunción fueron los mandatarios Carlos Menem (Argentina), Fernando Collor de Melo (Brasil), Andrés Rodríguez (Paraguay) y Luis Alberto Lacalle Herrera (Uruguay).
Los objetivos propuestos en el Tratado de Asunción establecieron la libre circulación de bienes, servicios y factores productivos entre países, aranceles externos comunes, libre circulación de personas, política comercial común, coordinación de políticas entre los Estados, y armonización de legislaciones; entre los ítems principales del acuerdo.
El texto remarca que la ampliación de las dimensiones de sus mercados nacionales, a través de la integración, es condición fundamental para acelerar procesos de desarrollo económico con justicia social. Y dice que los socios entienden que ese fin debe ser logrado mediante el más eficaz aprovechamiento de los recursos disponibles, la preservación del medio ambiente, el mejoramiento de las interconexiones físicas, la coordinación de las políticas macroeconómicas y la complementación de los diferentes sectores de la economía, con base en los principios de gradualidad, flexibilidad y equilibrio.
AL MARGEN
Continuidad. Desde aquella constitución formal, el Mercosur atravesó más de dos décadas y, a lo largo de ese periodo, los distintos presidentes de los países miembros se convocaron en distintas ciudades sudamericanas. Esta vez, con la Presidenta Cristina Fernández de Kirchner como presidente pro tempore del bloque, la Cumbre llegará a Paraná.
Fonte: La Voz 901 – 12/11/2014
lunes, 8 de diciembre de 2014
BRASIL DESEA INVERTIR EN LA PRODUCCION DE MEDICAMENTOS EN VENEZUELA - MEDICAMENTOS GENERICOS
07/12/2014 04:42:04 p.m. | AVN .- La empresa farmacéutica EuroFarma, de Brasil, evalúa invertir en la producción de medicamentos en Venezuela, especialmente medicamentos genéricos, oncológicos y antibióticos.
Se realizó un primer encuentro en los que estuvieron presentes las ministras para la Salud, Nancy Pérez; para el Comercio, Isabel Delgado; el embajador de la República Federativa de Brasil en Venezuela, Ruy Pereira, y representantes de la referida empresa.
Se tiene previsto -de acuerdo con una nota de prensa del Ministerio para la Salud- que se realice una segunda reunión la semana entrante, entre la ministra Pérez y representantes de EuroFarma: Walker Lahmann, director ejecutivo de la empresa y Wesley Pontes, director ejecutivo de Operaciones Internacionales.
La comitiva brasileña que estará en la segunda reunión está conformada también por la gerente de Asuntos Regulatorios en Brasil, Patricia Almeida, y el encargado de Asuntos Regulatorios en Venezuela, Luis Vargas.
La misión principal de dicha empresa es "promover el acceso a la salud y a la calidad de vida con tratamientos al precio justo en operaciones rentables que garanticen el crecimiento sostenible en los diferentes segmentos de actuación", añade la nota del Ministerio para la Salud.
Leer más en: http://www.elmundo.com.ve/noticias/economia/politicas-publicas/farmaceutica-de-brasil-evalua-invertir-en-venezuel.aspx#ixzz3LKg1Vw77
Se realizó un primer encuentro en los que estuvieron presentes las ministras para la Salud, Nancy Pérez; para el Comercio, Isabel Delgado; el embajador de la República Federativa de Brasil en Venezuela, Ruy Pereira, y representantes de la referida empresa.
Se tiene previsto -de acuerdo con una nota de prensa del Ministerio para la Salud- que se realice una segunda reunión la semana entrante, entre la ministra Pérez y representantes de EuroFarma: Walker Lahmann, director ejecutivo de la empresa y Wesley Pontes, director ejecutivo de Operaciones Internacionales.
La comitiva brasileña que estará en la segunda reunión está conformada también por la gerente de Asuntos Regulatorios en Brasil, Patricia Almeida, y el encargado de Asuntos Regulatorios en Venezuela, Luis Vargas.
La misión principal de dicha empresa es "promover el acceso a la salud y a la calidad de vida con tratamientos al precio justo en operaciones rentables que garanticen el crecimiento sostenible en los diferentes segmentos de actuación", añade la nota del Ministerio para la Salud.
Leer más en: http://www.elmundo.com.ve/noticias/economia/politicas-publicas/farmaceutica-de-brasil-evalua-invertir-en-venezuel.aspx#ixzz3LKg1Vw77
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